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Quinta-feira, Fevereiro 24, 2005
Lembram-se de eu vos dizer que adorava uma conspiração? Pois bem, um leitor atencioso (que pediu o anonimato, vá-se lá saber porquê) mandou-me este e-mail que, segundo disse, não foi ele que escreveu mas assina por baixo. Leiam atenciosamente que a coisa é demais.
Com este texto, pretendo desmascarar a situação por traz do tsunami que
afectou grande parte da Ásia, e o terramoto que lhe antecedeu.
A 21 de Fevereiro de 1978, um submarino nuclear americano sofre uma avaria e afunda-se no Indico sul. Pouca ou nenhuma informação escapa para o mundo, estava numa missão secreta, com certeza. Uma enorme operação de resgate da preciosa carga, 8 ogivas nucleares, é posta em marca, mas convenientemente encoberta, ao estilo da Glomar Explorer. A manobra de diversão era procurar petróleo. Nada foi recuperado e o submarino continuou no fundo do oceano com a sua explosiva carga, mas o Americanos continuavam com o controle do armamento remotamente.
Em Setembro de 2003, astrónomos dos Estados Unidos descobriram um grande asteróide que se estaria aproximando rapidamente. Embora as possibilidades de impacto serem extremamente baixas, os cientistas previram a data de impacto para 21 de Março de 2014. Quase confirmado esse facto, os EUA decidiram depois de várias reuniões com os principais lideres do mundo e o primeiro-ministro da Índia (único pais afectado presente na reunião) com vista a resolver este problema da melhor forma. Conta-se que haviam várias formas de destruir o asteróide mas nenhuma era viável. Então decidiu-se aproveitar as 8 ogivas nucleares que sobraram do tal submarino afundado no Índico para provocar uma explosão que, de tão potente, deixaria a terra uns poucos milímetros fora da sua orbita normal e assim o asteróide já passaria ao lado da terra. Como é certo, os países perto da zona de explosão nunca concordariam, por isso a operação foi mantida
em absoluto sigilo. Todos os cálculos foram feitos e o cogumelo nuclear nunca chegaria perto da superfície da água, mas a data, veio a verificar-se que tinha sido muito mal escolhida.
A explosão nuclear ocorreu a 26 de Dezembro de 2004, encoberta por um suposto terramoto de 8.9, e mais tarde rectificado para 9.0 na escala de Ritcher, cerca das 8 da manhã (hora local). As consequências foram devastadoras, estima-se mais de 300 mil mortos. Correu o rumor na imprensa que os americanos teriam tido o conhecimento do tsunami que se viria a formar uma hora antes de atingir a costa da Tailândia e não teriam conseguido avisar ninguém (pudera...). Os Americanos não queriam que ninguém soubesse o que eles tinham feito, mas o que é certo é que possivelmente fomos todos salvos devido a este acto, à primeira vista horrível, mas que a longo prazo será considerado heróico. O plano terá corrido bem, segundo a imprensa e um conceituado geofísico americano Richard Gross, devido à massa deslocada pela acção da explosão, o dia da explosão teve menos 3 micro segundos que um dia normal e o eixo da terra inclinou-se cerca de uma polegada, evitando o futuro impacto do asteróide.
Isto parece-me irreal demais, mas hein, pode ser possível, sei lá... O que acham?
Com este texto, pretendo desmascarar a situação por traz do tsunami que
afectou grande parte da Ásia, e o terramoto que lhe antecedeu.
A 21 de Fevereiro de 1978, um submarino nuclear americano sofre uma avaria e afunda-se no Indico sul. Pouca ou nenhuma informação escapa para o mundo, estava numa missão secreta, com certeza. Uma enorme operação de resgate da preciosa carga, 8 ogivas nucleares, é posta em marca, mas convenientemente encoberta, ao estilo da Glomar Explorer. A manobra de diversão era procurar petróleo. Nada foi recuperado e o submarino continuou no fundo do oceano com a sua explosiva carga, mas o Americanos continuavam com o controle do armamento remotamente.
Em Setembro de 2003, astrónomos dos Estados Unidos descobriram um grande asteróide que se estaria aproximando rapidamente. Embora as possibilidades de impacto serem extremamente baixas, os cientistas previram a data de impacto para 21 de Março de 2014. Quase confirmado esse facto, os EUA decidiram depois de várias reuniões com os principais lideres do mundo e o primeiro-ministro da Índia (único pais afectado presente na reunião) com vista a resolver este problema da melhor forma. Conta-se que haviam várias formas de destruir o asteróide mas nenhuma era viável. Então decidiu-se aproveitar as 8 ogivas nucleares que sobraram do tal submarino afundado no Índico para provocar uma explosão que, de tão potente, deixaria a terra uns poucos milímetros fora da sua orbita normal e assim o asteróide já passaria ao lado da terra. Como é certo, os países perto da zona de explosão nunca concordariam, por isso a operação foi mantida
em absoluto sigilo. Todos os cálculos foram feitos e o cogumelo nuclear nunca chegaria perto da superfície da água, mas a data, veio a verificar-se que tinha sido muito mal escolhida.
A explosão nuclear ocorreu a 26 de Dezembro de 2004, encoberta por um suposto terramoto de 8.9, e mais tarde rectificado para 9.0 na escala de Ritcher, cerca das 8 da manhã (hora local). As consequências foram devastadoras, estima-se mais de 300 mil mortos. Correu o rumor na imprensa que os americanos teriam tido o conhecimento do tsunami que se viria a formar uma hora antes de atingir a costa da Tailândia e não teriam conseguido avisar ninguém (pudera...). Os Americanos não queriam que ninguém soubesse o que eles tinham feito, mas o que é certo é que possivelmente fomos todos salvos devido a este acto, à primeira vista horrível, mas que a longo prazo será considerado heróico. O plano terá corrido bem, segundo a imprensa e um conceituado geofísico americano Richard Gross, devido à massa deslocada pela acção da explosão, o dia da explosão teve menos 3 micro segundos que um dia normal e o eixo da terra inclinou-se cerca de uma polegada, evitando o futuro impacto do asteróide.
Isto parece-me irreal demais, mas hein, pode ser possível, sei lá... O que acham?