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terça-feira, novembro 23, 2004

Um rapaz, que até é simpático, convida-nos a ir ao cinema vermos um filme que já vimos. Nós declinamos o convite por essa razão.
Na semana seguinte, o mesmo rapaz convida-nos para ir assistir a um concerto. Por azar, já tínhamos combinado sair com as amigas, por isso recusamos o convite novamente, utilizando esse mesmo argumento.
No fim-de-semana a seguir, o rapaz vem falar connosco no Messenger. A conversa corre bem, até que ouvimos o chamamento da nossa mãe. Escrevemos um “volto já” e vamos ver o que a nossa progenitora quer. Por acaso, ela precisa de ajuda para fazer o jantar e, distraidamente, cozinhamos, comemos e arrumamos a cozinha enquanto o dito do rapaz espera impacientemente por nós. Quando nos lembramos que o deixámos pendurado, o bonequinho está vermelho e ele já se foi.
Alguns dias depois, encontramo-lo num bar. Sempre simpáticas (como somos), vamos falar com ele, mas reparamos que ele está chateado connosco. Chateado não, desapontado. Porque ele queria passar tempo connosco e nós falhámos. Explicamos a situação e as circunstâncias, mas ele continua firme nos seus argumentos. Percebemos então que ele tem segundas intenções mas, infelizmente, o sentimento não é recíproco da nossa parte.
E agora? Ele, com certeza, já não nos irá convidar mais para programa nenhum. Nós, que até gostaríamos de passar tempo com ele (afinal trata-se de uma pessoa afável com quem temos conversas interessantes) ficamos reticentes pois não queremos que ele fique a pensar que estamos interessadas nele. O que fazemos então?

Moral da história: Esta treta era muito mais fácil se não fossemos tão racionais…

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