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Sábado, Fevereiro 28, 2004
Para me preparar para os Óscares, que são já amanhã à noite, vi dois filmes que me faltavam: Thirteen ou Treze - Inocência Perdida e a Cidade de Deus.
O primeiro não lhe achei muita piada. Para além de me parecer inconcebível que duas raparigas de treze anos possam ter uma vida assim, com muitas drogas, álcool e dinheiro à mistura, o argumento não era nada demais e o final revelou-se uma boa porcaria. Eu dava-lhe mais um quarto de hora, pelo menos.
O segundo já foi muito diferente. Eu já tinha lido o livro do Paulo Lins e, normalmente, quando se vê um filme adaptado de um livro que já lemos e que gostámos, o filme deixa sempre muito a desejar. Mas neste caso não. Tanto o livro como o filme estão muito bons. Fiquei sinceramente admirada com a realização, que está com um excelente nível, bem como com as personagens que eram mais ou menos o que imaginei que fossem. Gostei mesmo muito do filme e fica como um dos meus preferidos. Aconselho-o vivamente.
O primeiro não lhe achei muita piada. Para além de me parecer inconcebível que duas raparigas de treze anos possam ter uma vida assim, com muitas drogas, álcool e dinheiro à mistura, o argumento não era nada demais e o final revelou-se uma boa porcaria. Eu dava-lhe mais um quarto de hora, pelo menos.
O segundo já foi muito diferente. Eu já tinha lido o livro do Paulo Lins e, normalmente, quando se vê um filme adaptado de um livro que já lemos e que gostámos, o filme deixa sempre muito a desejar. Mas neste caso não. Tanto o livro como o filme estão muito bons. Fiquei sinceramente admirada com a realização, que está com um excelente nível, bem como com as personagens que eram mais ou menos o que imaginei que fossem. Gostei mesmo muito do filme e fica como um dos meus preferidos. Aconselho-o vivamente.